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Blood Omen: Legacy of Kain- Uma verdadeira aventura gótica

"Vae Victus -- suffering to the conquered. Ironic that now I was the one suffering. Not anything as pedestrian as physical pain. Rather the cruel jab of impotent anger -- the hunger for revenge. I didn't care if I was in Heaven or Hell -- all I wanted was to kill my assassins. Sometimes you get what you wish for. The Necromancer Mortanius offered me a chance for vengeance. And like a fool, I jumped at his offer without considering the cost. Nothing is free, not even revenge." 


Antes de mais nada queria iniciar que eu já fiz uma mini-review no Backloggd : SuzuyaMinako24's review of Blood Omen: Legacy of Kain | Backloggd

Por que então estou fazendo outra? Pois eu quero.

Olá leitores inexistentes sou eu! E sim outro texto ainda esse ano, incrível! Eu nem tinha planos de fazer algo mais elaborado para esse jogo, mas eu estou fazendo por motivos de tédio e pois eu queria comentar mais detalhes que só vieram a mente com o tempo. Como sempre essa análise é apenas minha opinião, se você discordar fique a vontade.



Vamos primeiro falar da parte mais wikipedia.
Blood Omen: Legacy of Kain é um jogo de aventura desenvolvido pela Silicon Knights e distribuído pela Crystal Dynamics, no entanto os jogos seguintes seriam desenvolvidos pela Crystal com a distribuição da Eidos. O jogo foi feito com a proposta de ser "um jogo onde adultos pudessem jogar" onde a ideia seria misturar a ação de um videogame com a narrativa vista em um cinema. Foi feito para PC e Playstation 1, mas se forem jogar recomendo que joguem a versão de pc com patch para ter cinematics do ps1(por algum motivo essas cinematics não existiam na versão de pc originalmente).

Certo e sobre o que é o jogo? A história se passa em um mundo de fantasia chamado Nosgoth, um lugar onde existe magia, lobisomens, vampiros e mais coisas que você veria em um Dark Fantasy. Nesse mundo existem Nove Pilares, que são estruturas mágicas que representam algum princípio  sendo estes: Mente, Dimensão, Conflito, Natureza, Equilíbrio, Energia, Tempo, Estados e Morte. Cada um destes pilares possuí um guardião, uma verdadeira oligarquia de feiticeiros conhecidos como O Círculo dos Nove e a função deles era garantir que o equilíbrio de Nosgoth fosse mantido.

O jogo começa bem confuso, somos introduzidos á uma cutscene que de início não parece ter muito sentido. Vemos um grupo de pessoas observando um massacre, até que um vampiro com jeito de vilão chega e começa a matar essas pessoas, que ficam gritando o nome "Malek". Eventualmente esse vampiro mata todos e o tal Malek aparece para enfrentar ele mas é derrotado, e então vemos que por ter sido derrotado, Malek é castigado: seu espírito foi aprisionado em uma armadura para que ele possa servir o "Círculo" pela eternidade.  De início é difícil entender como essa cena impacta na história, mas com o tempo ela passa a fazer sentido especialmente quando conhecemos os personagens. O vampiro é Vorador e o Malek é o guardião do pilar do Conflito e não só isso como ele também tem como obrigação proteger os outros membros do Círculo.

Em seguida começamos a jogar e conhecemos nosso protagonista, Kain. Ele está em uma pousada mas é negado atendimento pelo dono, sem muita opção ele segue viagem e acaba sendo atacado e assassinado por um grupo de criminosos. Mas nosso protagonista é revivido por um necromante chamado Mortanius, e se torna um vampiro, a cena toda é narrada pelo próprio Kain com a incrível voz de Simon Templeman(jajá volto a falar disso) onde Kain afirma que estava disposto a qualquer coisa para se vingar. E então o jogo começa mesmo.

Seguindo um pouco chegamos aos Pilares de Nosgoth, e lá conhecemos um fantasma chamado Ariel que era a guardiã do Pilar do Equilíbrio, mas há muito tempo fora assassinada. Ariel explica que os pilares foram corrompidos pelo próprio Círculo, pois após sua morte seu amante "Nupraptor" o guardião do pilar da Mente ficou louco com a perda e refletiu sua loucura nos outros guardiões, assim os corrompendo e também afetando os pilares trazendo calamidades para Nosgoth. Ariel então pede para Kain matar os guardiões, pois com a morte deles os pilares seriam restaurados e escolheriam novos guardiões.


Imagino que com base no que eu falei até agora o jogo não parece muito chamativo, afinal que história mais genérica né? Um cara é revivido para ter vingança e não só isso como é encarregado de salvar o mundo de um bando de feiticeiros loucos. E de fato a história não parece muito chamativa, mas confia em mim, tem algo nela que a torna incrível: Kain.

O fato é que Kain não é um herói, ele não é uma pessoa altruísta que quer salvar o mundo pois é a coisa certa a se fazer, a verdade é que ele tá pouco se fodendo. Ele só ta nessa jornada pois Ariel prometeu que ele poderia ser curado de sua maldição como vampiro, quando ela lhe passou essa missão imagino que Kain tenha se segurado para não dizer "E onde que isso é problema meu?". E digo mais! Kain é uma pessoa ruim e egoísta, ele é tão RUIM que o final verdadeiro desse jogo é justamente o final ruim. E é isso que torna o jogo tão único e interessante, e lembram que falei da dublagem? A voz de Kain é maravilhosa e as falas dele são incríveis, é tudo tão teatral e belo mas moralmente duvidoso. 

  
Ele constantemente fica fazendo comentários dignos de um vilão de fantasia, ele chega em cidades e solta frases moralmente duvidosas, quando ele chega na cidade onde ele morreu ele jura que não irá "poupar" os habitantes dali. E como falei, ele é um vampiro logo precisamos de sangue e uma ótima fonte de sangue são os inocentes NPCs que achamos por aí e é claro que Kain não hesitaria em matar uma pessoa inocente.  E sinceramente? Esse é o charme dele. Você gosta dele devido a sua visão pessimista da humanidade, seu desprezo pela vida alheia e seu extremo egoísmo. Agora misture tudo isso com as falas mais teatrais e artísticas possíveis e temos um dos melhores protagonistas já criados, mas claro que alguém assim não seria protagonista para sempre afinal ele é o vilão do jogo seguinte. E também é importante ressaltar que os jogos seguintes o desenvolvem mais e podemos ver que ele é um personagem mais complexo que sofre com o peso de suas ações.

O título já diz: Uma verdadeira aventura gótica. E isso mesmo, Blood Omen é o jogo mais gótico já feito, não só sua ambientação sombria de dark fantasy, como os temas abordados e os personagens, e claro o fato de ter vampiros pois não existe nada mais gótico que um vampiro. 

Bom vamos falar da gameplay em si: o jogo é de aventura logo temos um foco grande em exploração, e é muito livre nisso e sinceramente lembra bastante Zelda, inclusive é bem comum ver pessoas se referindo aos jogos de Legacy of Kain como o Zelda do ocidente. Apesar de Soul Reaver ser mais aberto e direto sobre as influências de Zelda já é visível elementos aqui presentes, pois existem templos e masmorras opcionais que ao completar dão habilidades e itens para Kain. Inclusive o jogo tem um sistema de dia e noite, ele funciona de diversas maneiras, mas obviamente por ser um vampiro ele irá tomar dano(aos poucos) no sol, e á noite ele é mais poderoso.

Mas além disso também tem um sistema de fases de lua, e isso influencia aspectos como certas dungeons que só abrem durante uma lua cheia por exemplo. A parte de tomar dano no sol é bem chatinha, mas relaxa que já cedo achamos uma fonte de sangue que nos dá a possibilidade de poder andar no sol! Apesar que o Kain fica mais fraco durante o dia


Como puderam ver pelos prints que mostrei, ou não viram e só ignoraram (malditos), o jogo é isométrico, vemos Kain de cima e ele anda, ataca, bebe sangue e faz magia. O combate desse jogo é, bom, eu sinceramente tenho muitas emoções com o combate. Ele é simples, você só joga no inimigo e ataca com sua arma, o negócio é que não entendi bem como ele funciona as vezes pois já tomei muito dano de graça e as vezes parecia que os meus ataques não acertavam os inimigos, a única certeza que tive foi que quanto maior hit box melhor. Mas também o jogo da para quebrar, pois temos acesso a magias poderosas e itens que dão dano range ou fazem coisas como parar o tempo. Porém eu evitei usar esses itens pois não queria um jogo muito fácil, até que o jogo ficou filha da puta e eu comecei a usar. 

Mas o mais importante, como sabem Kain é um vampiro, portanto ele precisa de sangue e nós podemos beber sangue de inimigos humanos(detalhe SOMENTE DOS HUMANOS NÃO TENTE BEBER SANGUE DE OUTROS INIMIGOS), até mesmo NPCs e em algumas dungeons existem pessoas algemadas para podemos beber, que ficam gritando "OH PLEASEE HELPE ME KIND SIIIR" e é bem irritante. Você perde sangue ao tomar dano, e se você ficar sem sangue você morre! Só que não, pois um dos itens do jogo é o HEART OF DARKNESS que faz com que Kain reviva e ainda ganhe um pouco de sangue ao morrer, é um utilizável claro mas o jogo é bem generoso com esse item logo é quase difícil morrer mesmo nesse jogo. 

Blood Omen não possuí dinheiro, muito menos lojas ou outras coisas que vemos em um jogo de aventura. Mas faz sentido, pois somos um vampiro e tais conceitos mortais não se aplicam mais a Kain, no lugar disso podemos fazer o que quisermos. As vilas do jogo não são só para enfeite, nós podemos fazer o que quiser: matar os npc, beber o sangue deles enquanto dormem, invadir suas casas e roubar seus itens, o jogador é livre para espalhar o terror!

Em relação as armas temos: espada de ferro, básica e pelo visto a favorita do Kain, uma maça que serve mais para paralisar inimigos humanos e assim podermos beber seu sangue, um machado muito FORTE que dá danos absurdos e pode cortar árvores mas em troca impede Kain de usar magia, uma espada de fogo quebrada que pode matar certos inimigos como espíritos ou esqueletos que vivem se remontado, e a Soul Reaver(isso mesmo) uma espada com mais range de ataque que faz a mesma coisa que a de fogo mas custa mana ao usar. Com armaduras temos a de ferro, padrão e favorita do Kain, Bone Armor que faz inimigos mortos vivos simplesmente ignorarem Kain, Chaos Armor(a melhor) que faz com que parte do dano volte ao inimigo ao custo de ter uma defesa menor, Flesh Armor que faz com que tenhamos sangue dos inimigos que atacamos(sinceramente não tão útil assim) e por fim a Wraith Armor que divide o dano recebido com a mana(se tu receber um dano ele vai ser diminuído mas em troca você também perde mana). Ao longo do jogo porém eu usei mais a Flame Sword junto com a Chaos Armor, a ideia da Chaos ja é op mas ela fica mais op com a magia de escudo.

Temos também um grande arsenal de feitiços, que vão desde magia de choque que atira projeteis e é bem útil não só contra inimigos a distância mas também para fazer puzzles, um feitiço que dispara um projetil que suga sangue de quem o acertar, um feitiço poderoso que faz todos os inimigos lutarem entre si e um ainda mais poderoso que suga o sangue de todos os inimigos presentes, isso mesmo temos UM PODEROSO ARSENAL QUE QUEBRA O JOGO, o único porém é que a mana demora muito para carregar, mas você pode a recuperar mais rápido bebendo sangue de fantasmas. Mas o feitiço que mais usei foi justamente o escudo, que cria uma barreira que protege Kain de projeteis inimigos e até os envia de volta ao inimigo. Existem outros mas esses foram os mais relevantes.

Kain também pode mudar de forma, lembrando até Symphony of The Night, inclusive têm as mesmas transformações: Lobo, que permite ir mais rápido e pular em alguns lugares, morcego que permite fast travel, névoa que permite atravessar grades e até andar pela água, e forma "humana" que é um disfarce que permite que Kain ande em cidades humanas sem chamar atenção ou ser atacado por soldados.



 No entanto a gameplay tem um problema, você precisa escolher se vai usar ou arma, ou item ou magia, e você faz isso apertando um botão para escolher, e não só isso mas esses botões não mostram todo o arsenal mas apenas quatro de cada, logo você precisa ficar constantemente abrindo o menu para colocar nesses slots para equipar, não foi algo que me incomodou muito a longo prazo pois escolhi não abusar destes recursos mas para pessoas que prefiram utilizar eles pode vir a ser um leve incômodo. 

Como falei anteriormente, o jogo lembra muito Zelda: livre exploração, apesar de ter obstáculos como pedras que não podemos empurrar na hora ou lugares que só dá para entrar com algum feitiço, o jogo não fala diretamente o que fazer apesar de ficar sempre apontando direções, e precisamos entrar em templos cheios de puzzles e desafios para adquirir poderes ou itens, e alguns destes templos são opcionais e até secretos. Não só isso como temos upgrades, como altares de sangue que ao beber ganhamos mais força ou imunidade á algo que normalmente mataria um vampiro, só acho estranho que uma delas que é justamente o altar referente a fraqueza na chuva e na luz do sol é adquirido já cedo no jogo.  E também upgrades para aumentar quanto sangue, que é nossa vida, podemos ter e quanto de mana. Existem também salas que ao oferecemos nosso sangue ganhamos itens, mas honestamente? Não achei que tenha compensado no meu caso já que mal usei os itens. 

O jogo tem um bestiário inteiro de inimigos, desde humanos para mortos-vivos, lobisomens, feiticeiros, golens, outros vampiros e afins, e claro ele também têm chefes que são justamente os guardiões dos pilares. Ok eu vou falar logo, eu odiei as boss fights desse jogo, a primeira é basicamente um bullet hell e é chatinho, outro chefe é um mano que fica correndo por aí colocando água no chão e não te ataca diretamente mas a água que ele coloca dá dano e por ai vai. Não houve muito esforço em parte dos desenvolvedores em fazer os chefes, mas acima de tudo: nenhum deles é memorável com exceção de Malek, e pior nem é a gente que derrota o cara, enfrentamos ele uma vez para descobrir que é invencível e no fim correr pra pedir ajuda ao Vorador que de alguma forma o derrota. E o boss final merece prêmio de boss mais fácil já criada, eu nem chamo aquilo de luta mas sim de massacre.


Aproveitando que eu to falando dos defeitos do jogo, vou falar logo do que mais me incomodou. O jogo é bem tranquilo e divertido normalmente, mas existe duas partes que são CHATAS para um caralho e o pior: são as mais longas. Eu não sei o que deu na Silicon Knights de fazer as dungeons mais longas do jogo serem justamente as piores, uma delas nem é difícil mas é chata pra cacete e tem muitas armadilhas desnecessárias que são ridículas de injustas, e a outra já enche de inimigos difíceis de matar e te dá poucas chances de beber sangue. Essas duas partes foram tão chatas e cansativas que eu fiquei sem jogar o jogo por um tempo depois de finaliza-las. 

A trilha sonora desse jogo é incrível, tem poucas músicas mas elas fazem seu papel bem e não as achei enjoativas. Essa em específico é boa para ouvir em uma mesa de rpg:
https://youtu.be/sc8L7VgwpD4?si=2wKtbYWJhPZoWeH4

Os cenários do jogo são lindos, aquela atmosfera de dark fantasy foi muito bem criada e é tudo muito gótico e sombrio e eu real gostava de ficar um tempo admirando os cenários, e aliás as duas partes chatas que falei tem os piores cenários do jogo. 

Bom, acho que vou dedicar essa parte para uns comentários mais pessoais. Eu realmente não esperava muito com esse jogo, achei que seria um jogo divertido para se jogar no tédio e no fim fiquei tão apaixonada que fiquei viciadona. Como falei a proposta desse jogo é simples, mas o protagonista somado a estética gótica e dark fantasy o torna único e especial. Se você gosta de Dark Fantasy ou de Berserk(isso mesmo) você deveria jogar esse jogo, se você gosta de vampiros também ou sei lá SÓ JOGUEM ISSO OK.

O melhor aspecto do jogo é justamente Kain, o cara é uma pessoa horrível mas é a única esperança de um mundo em ruínas dominado por uma Oligarquia corrupta e ameaçado com calamidades e guerras, e o jogo só surpreende mais e mais ao ponto de até ter viagem no tempo e muita coisa que eu nem esperava. Kain é um monstro, um verdadeiro vampiro que considera humanos apenas como gado, mas você pode julgar ele? Se você fosse um vampiro seria diferente? Kain foi alguém que não escolheu ser o que virou, não queria ter o destino de ser o salvador de um mundo que ele nem gostava, ao ponto de escolher entre se sacrificar por esse mundo ou deixa-lo em ruínas ele fez a escolha mais egoísta possível. Mas ao longo do jogo o entendemos um pouco, esse mundo não merece ser salvo, ele mesmo já falou "Nosgoth não precisava de ajuda para se destruir", ele vivia em um mundo já decadente e caminhando para um fim. Salvamos pessoas, salvamos um reino, mas ele não fez isso de caridade mas sempre esperando algo em troca, apenas querendo ser curado do vampirismo para no fim ele aceitar que ser vampiro ERA A MELHOR COISA POSSÍVEL.

No fim, não podemos julgar Kain mas sim quem escolheu LOGO ELE para ser o salvador de um mundo que era melhor nem ter sido salvo, pois no fim apenas ficou pior. Jogamos com o vilão, mas o verdadeiro vilão foi o jogador que sabendo quem era o protagonista ainda assim continuo progredindo no jogo e condenando Nosgoth. 

Bom, é isso, como falei nem queria escrever sobre esse jogo a minha review no backloggd já explanou bem o que eu senti, mas eu acho que seria justo eu me aprofundar mais e adiciona esse comentário. É tão estranho assim eu ter gostado tanto do Kain? Eu o acho uma pessoa admirável, apesar de ser um monstro, mas é bom lembrar que apesar disso existia coisa pior que ele ali.

Espero que tenham gostado, acredito que tenha umas partes que ficaram confusas, bom se sentiram isso lendo algo é só falar comigo que eu posso tentar explicar melhor. Bom é isso beijos meus amores.

  The world had changed to my eyes. I had not expected such cruelty from the light. For in the embrace of the sun, I could find no comfort, only malice. This would change in time for the worse, along with other things.

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