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Uma carta de amor para F.E.A.R. - Extraction Point


"Soon, you will have a choice to make. You are near the time when you will have to stop running."



 Ola leitores! Honestamente a parte mais difícil de todo texto, para mim pelo menos, é como começar ele afinal é aqui que devo convence-los a ler!! Bom eu realmente não tenho ideia de como começar isso, então vou ir direto ao ponto. 

Todos devem conhecer F.E.A.R., um daqueles FPS dos anos 2000 que acabou ficando muito famoso por três motivos: a mecânica de câmera lenta e qualquer jogo de tiro fica muito mais divertido com isso, os momentos de terror do jogo, e claro o principal fator que é a IA dos inimigos onde muitos a consideram como a "melhor IA já feita", apesar que atualmente já é conhecido que o que ocorre na verdade é um truque que os desenvolvedores fizeram utilizando diversos elementos como level design e até mesmo no diálogo dos proprios inimigos. De fato a IA desse jogo é muito boa e mesmo hoje em dia são poucos jogos que chegam perto de fazer oque foi feito nesse jogo, mas muito do que as pessoas elogiam vêm desses truques que eu mencionei, existem ensaios e vídeos que explicam melhor sobre.

Eu conheci a franquia em 2015, um namorado da minha mãe tinha a trilogia toda na STEAM e compartilhou a conta comigo e eu acabei me apaixonando no primeiro jogo. Quando adolescente eu era fã de horror, na verdade ainda sou como deixei claro no meu último texto, mas eu era também fã de FPS então um jogo de FPS onde somos assombrados por uma menininha fantasma sinistra foi um prato cheio para mim. Quando tivemos o primeiro confronto com os inimigos, os REPLICA, foi ai que minha vida mudou já que fiquei completamente hipnotizada pelo jogo que foi o mais divertido que já joguei e mesmo hoje em dia poucos jogos conseguem me causar os mesmos sentimentos que tive.

F.E.A.R. é um jogo que é bem lembrado até, mas as pessoas tendem a lembrar mais pela IA dos inimigos,  mas nunca o lembram pelas outras coisas que o fazem ser bom: o level design que é excelente, a shotgun mais divertida e satisfatória já feita, os modelos de personagens que são muito lindos para a época, os cenários, em especial o distrito Auburn com seu estilo urbano decadente digno de uma cidade fantasma e por fim a iluminação do jogo, esse jogo deve ter a melhor iluminação e escuridão que já vi em um jogo. E claro o jogo tem um antagonista incrível: Paxton Fettel.



Além de ter um combate incrível, ele conta com cenas macabras, mas nosso protagonista é constantemente assombrado pelo próprio Fettel que tem poderes psíquicos, mas também por uma misteriosa menina fantasma que mata pessoas de uma forma brutal deixando só os ossos. Essa menina sempre aparece quando menos esperamos e as aparições só pioram quanto mais avançamos no jogo e mais ficamos perto de descobrir quem ela é.  

Porém nem tudo são flores, o jogo é ridiculamente pesado, para vocês terem uma ideia o primeiro jogo são 15GB, okay mas ai você vê as suas sequências com o 2 tendo 12GB e o 3 tendo só 4, esse era um jogo dificil de rodar antigamente e fazia computadores chorarem, e mesmo hoje em dia existem alguns problemas para aqueles que o jogam com tudo no máximo. Isso é padrão de jogos da Monolith, Condemned Criminal Origins, outro jogo fantástico, também tem problemas graves de FPS se for jogar com tudo no máximo. Já é padrão de jogo antigo, especialmente de computador, precisa de patchs ou algum mod para poder fazer o jogo rodar ou até abrir em computadores modernos. Mas honestamente os problemas que tive com jogos da Monolith foram frutos de perfomance, eu só deixei tudo no médio e ficou por ai mesmo. 



Mas o maior problema de F.E.A.R. é...bom existem duas coisas que incomodam: a forma como o plot é contado não é dos melhores, você sabe dos acontecimentos por meio de ligações gravadas, e até cômico como ninguém atende telefone nesse jogo, e por meio de computadores. As informações são quebradas, algumas são inúteis, e não ajuda que chegando no final do jogo os desenvolvedores só chutam o balde e lançam tudo de relevante de uma vez inutilizando qualquer informação que foi dada anteriormente, o que é triste porque a lore do jogo é fantástica e bem triste. Outro aspecto é o próprio cenário, durante boa parte do jogo ficamos no prédio da Armacham Technology Corporation, ou ATC, que é a grande vilã do jogo e honestamente é a pior parte do jogo. Ela é cheia de cenários enormes, com escritórios e corredores que levam a lugar nenhum, e o jogador fica boa parte do tempo explorando esse grande vazio para no fim não achar nada, e não facilita que os confrontos com os inimigos tendem a ser muito breves.  O jogo melhora no final dela, onde ocorre a GARAGE BATTLE que é o melhor confronto do jogo com a melhor OST: 

 


Uma pena que isso só toca uma vez, e depois retornamos ao distrito Auburn, que é para mim a melhor parte do jogo: pois é um distrito abandonado, um cenário urbano decadente, um local com uma história sombria e uma coisa que a Monolith é boa é com ambientações, o próprio Condemned Criminal Origins é famoso pela sua incrível ambientação. Mas ficamos pouco tempo lá antes de entrarmos em um laboratório secreto da ATC.

Enfim, F.E.A.R. fez um enorme sucesso em sua época, garantindo uma sequência mas antes disso, como era comum com FPS naquela época, o jogo teve duas expansões: Extraction Point, que é o assunto de hoje, e Perseus Mandate(uma bela bosta).   

F.E.A.R.-Extraction Point

Finalmente vamos falar do jogo, ou melhor da expansão. Antes de mais nada eu vou informar que as expansões não foram feitas pela Monolith, mas sim pela  TimeGate Studio e publicado pela Vivendi, e elas não são canon para a lore de F.E.A.R., sendo consideradas parte de uma timeline alternativa chamada de "Vivend Timeline" que incluí o primeiro jogo, mais as duas expansões e alguns conteúdos extras como uma curta metragem e uma história em quadrinhos. É dificil dizer exatamente o motivo disso, mas eu tenho umas teorias e irei falar delas ao final do texto.

No Backloggd existe uma review de um brasileiro que define bem Extraction Point, mas eu irei aprofundar ela: F.E.A.R. é um bife bem passado saboroso, Extraction Point já é um cuja gordura em excesso foi retirada, assado ao ponto e com diversos temperos que melhoram o sabor, já Perseus Mandate é um bife que virou carvão e tentaram colocar algum tempero para disfarçar o gosto ruim. Minha nossa eu sou péssima com isso...

Chega de enrolações, a expansão começa onde o primeiro jogo terminou com nosso protagonista, Point Man e seus aliados Holliday e Jin Sun-Kwon sobrevivendo de outra queda de helicóptero, e perdem contato com a agência F.E.A.R.. Os três decidem ir atrás de ajuda, porém Point Man está separado dos outros dois e portanto seguem caminhos diferentes. Ao saírem do prédio onde o helicóptero caiu eles notam algo estranho mas a cidade está VAZIA, e os três suspeitam disso, afinal sim ocorreu uma explosão enorme no fim do primeiro jogo e é claro que os arredores deveriam ser evacuados mas é suspeito que todo mundo tenha sumido tão depressa em tão pouco tempo, é como se tivessem sido arrebatados.

E esse é um dos pontos fortes da expansão, o ambiente, você está em uma cidade vazia sem ninguém e você sente que tem algo de errado. Lembram que falei da iluminação? A expansão melhora isso, o ambiente é mais escuro, mais solitário, mais assustador. 

Prosseguindo, encontramos os soldados Replica pela cidade mas estão desativados, pois Point Man mata Fettel no final do primeiro jogo e sem ele os seus soldados não funcionam. Mas a coisa muda quando entramos na igreja e encontramos Fettel novamente, e esse é um dos mistérios do jogo que creio que seria solucionado em uma possível sequência. Fettel misteriosamente retorna, creio eu que como um ""fantasma"" e reativa seus soldados. 

A história da expansão se resume em termos que ir até um determinado ponto para evacuar, sobreviver ao ataque dos Replica reativados, e nos reagrupar com Jin e Holliday. Bem simples, mas ela adiciona alguns mistérios que não são resolvidos e acabam ficando para o jogador tentar achar respostas por conta própria, para começar o estranho retorno de Fettel, o ataque de monstros sobrenaturais misteriosos, e a menina fantasma "Alma" mais uma vez perturbar o protagonista mas dessa vez ela parece diferente. Serei honesta, plot não é o ponto forte dessa expansão pois tudo que ela fez é criar mistérios que nunca foram resolvidos, creio eu que eles seriam respondidos em uma sequência mas no fim F.E.A.R. 2 seguiu um rumo diferente e a Monolith tirou essa expansão do canon.

Porém eu admito, eu até que gosto do plot de Extraction Point, ele é direto ao ponto e sem toda a enrolação que tínhamos no jogo base, aqui somos jogados direto na ação. E eu prefiro mais todo esse mistério que é criado aqui, pois melhora o terror ao meu ver, afinal o que mais causa medo no ser humano é justamente o medo do desconhecido como já dizia Lovecraft. Mas é triste como o jogo claramente está cozinhando alguma coisa, assim como Perseus Mandate, para no fim nada sair disso, mas vou retornar a isso mais tarde.

Uma coisa que a expansão melhora, é no terror, só na ambientação o jogador sente algo estranho e fica desconfortável, mas as aparições do Fettel são ainda mais sinistras especialmente considerando que o matamos no primeiro jogo, em algumas partes nós ouvimos sua voz como se estivesse falando do nosso lado mas estamos claramente sozinhos no lugar. E a menina fantasma, Alma, está mais perturbadora nesse jogo, e é ai que entra outra coisa incrível: somos assombrados por duas Alma. Como assim ? Bom em algumas cenas encontramos ela adulta, que é mais hostil e quer nos fazer mal indo para cima do Point Man diversas vezes. Em outras encontramos ela criança, e é aqui que a coisa difere pois ela criança nos ajuda. Isso mesmo, inclusive uma das minhas partes favoritas do jogo é uma onde somos atacados pelos Replica e ela surge do nada e os mata, e após fazer isso diz para o jogador que ele está "seguro agora".


           

Mesmo assim, você nunca espera quando as aparições irão surgir, e sempre é pego de surpresa. É algo que o jogo base já fazia muito bem, mas alguns momentos conseguem ser bem previsiveis e não causam tanto impacto, e aqui você é sempre pego de surpresa e toda vez eu tive que pausar o jogo e ir beber um pouco de água. E existe uma cena que me deu muito medo, eu não quero spoilar, mas quem jogou deve lembrar de um momento onde reencontramos um aliado, que nos ajuda a lutar contra uma horda de inimigos para logo em seguida ser morto de um jeito muito perturbador e sem explicação alguma. Juro que até hoje não superei o que acontece nessa cena. 

Mas foi só isso que o jogo melhorou ? Não, na verdade vamos entrar nas melhores partes agora.

Ok, vamos começar com o que a expansão acrescentou na gameplay, temos armas novas como uma minigun e uma arma de laser que são ARMAS MUITO BOAS, um tipo de metralhadora pequena que podemos grudar na parede ou no chão que irá atirar nos inimigos. A expansão acrescenta caixas que podemos quebrar, e dentro delas tem armas, medkits e coletes, e também acrescentou a possibilidade de abrir portas batendo nelas, o que é MUITO DIVERTIDO DE FAZER, eu só abria portas batendo nelas e isso é algo que F.E.A.R 2 e 3 manteve. Acrescentou um inimigo que é um Replica de armadura pesada com escudo e minigun, uns monstros sobrenaturais invisíveis que são tipo os Assassinos do jogo base mas mais bem feitos ao meu ver.  Fora esses detalhes, manteve tudo, é o mesmo jogo com temperos a mais. 

Mas meus amigos eu nem cheguei na cereja do bolo....como falei mais cedo Extraction Point é mais direto ao ponto, já começamos com ação e ficamos nela pelo resto do jogo, no jogo base tinhamos confronto curtos com os inimigos seguidos de longos momentos de caminhadas até um outro confronto bem breve. Aqui a coisa muda, os confrontos são muito maiores e mais desafiadores e você sente isso já na primeira area de combate que é a igreja.

O level design foi melhorado, as batalhas ocorrem em locais bem mais abertos que permitem ao jogador ter mais liberdade de mobilidade podendo se posicionar onde quiser, a IA dos inimigos foi melhorada, bem levemente mas da para sentir, e enfrentamos muito mais inimigos. Enquanto no jogo base era comum enfrentar até 5 soldados em uma área, aqui esse numero pode subir para 15 ou 20, normalmente não sou muito fã de jogos atirarem muitos inimigos para cima do jogador achando que isso vai deixar o jogo mais dificil, mas aqui isso funciona perfeitamente. 

Extraction Point é um jogo muito mais desafiador, em F.E.A.R. nos curamos usando medkits, pegamos eles e podemos estocar até 10 e sempre que precisar podemos só apertar um botão para nos curar. No jogo base eu estava sempre com o número máximo de medkits, e raramente me encontrei em situações onde esse numero estava reduzido a menos da metade, sem contar que o esquema para lidar com os inimigos era sempre partir para cima deles, por isso o uso da shotgun é essencial, eu não sou lá a melhor jogadora de FPS mas admito que nunca passei sufoco com F.E.A.R.. Em Extraction a coisa muda, eu estava sempre com poucos medkits e fui obrigada a mudar minhas estratégias constantemente, eu estava sempre priorizando ficar mais distante dos inimigos, e eu notei que eles também faziam o mesmo, e em muitos momentos eu era pega de surpresa com eles me flanqueando, algo que podia sim ocorrer no jogo base mas a expansão conseguiu melhorar isso graças ao level design que permitiu que não só eu mas ELES também pudessem ter uma melhor mobilidade e fossem capazes de me por em desvantagem. Em dado momento eu me sentia jogando S.T.A.L.K.E.R. novamente de tanto que eu fiquei mais cautelosa, e o incrível é que a expansão me pareceu ainda mais divertida que o jogo base. 

Claro não era sempre isso, haviam momentos onde sim eu podia recriar as mesmas táticas que eu usava no primeiro jogo de ir para cima com a shotgun, usar granada para fazer eles saírem da cobertura, na verdade eu quero ressaltar como a granada se tornou ainda mais essencial na expansão. Mas a expansão te da muito mais liberdade em tudo, chegando a me lembrar até Far Cry 2, o jogador é livre para usar o arsenal que quiser e lidar com as situações como achar melhor, algo que o primeiro jogo já tinha estabelecido mas lá você tendia a sempre se manter em um mesmo ritmo ao longo do jogo todo enquanto aqui sempre nos deparamos com situações diversas que requer que adotemos outros métodos.

E bom é claro que os dev reconheceram o quão INCRÍVEL é a a ost Garage Battle, pois nós a ouvimos mais no jogo e até mesmo toca nos créditos.  

Então, temos uma expansão com level design melhor, inimigos mais desafiadores, momentos mais tensos e com um cenário desconfortável ? Sim, mas não só isso. Extraction Point faz o jogador se sentir....sozinho. Você está nessa cidade abandonada, enfrentando inimigos que nem são pessoas de verdade mas sim clones controlados telepaticamente por um homem morto, seus aliados nem estão com você, e o jogo ainda te passa um sentimento de...como eu posso dizer..."não tem esperança". Sua missão é escapar dali, mas algo em você diz que você não vai conseguir. E a coisa não melhora muito quando conversamos com Jin pelo rádio, a coitada está cada vez mais deprimida e sem esperança de poder escapar dali com vida, em dado momento ela até fala pro Point Man: "Você não vai vir não é ? Eu estou sozinha..."

Ah sim, lembram das ligações e dos computadores que contavam o plot ? Esqueçam isso, os dev da expansão claramente não foram fãs disso, achamos algumas ligações sim ao longo da campanha, mas eles servem mais para fortalecer a própria ambientação solitária que o jogo constrói. Muitas delas são de pessoas preocupadas tentando contato com alguém mas sem sucesso. 

Contras: é muito curto, tem um preço salgado demais...e é isso ? Não tem nada nessa expansão que me incomode honestamente, para mim é um FPS perfeito.  

É muito óbvio que os desenvolvedores de Extraction Point, o time da TimeGate, claramente fizeram a lição de casa e estudaram F.E.A.R., ressaltaram todos os pontos positivos do jogo e adicionaram pequenos detalhes que fizeram toda a diferença. Para mim Extraction Point é um MUST PLAY para qualquer indie que queira fazer um FPS, essa expansão conseguiu se tornar uma das minhas favoritas.

Já Perseus Mandate é uma bela bosta, evitem se possível.

Tive alguns bugs enquanto jogava, e esse foi engraçado.


Okay mas vamos lá, como falei essa expansão nem é canon e claramente estava cozinhando alguma coisa para uma sequência com todas as suas perguntas sem respostas. Bom eu imagino que originalmente a TimeGate seria responsável por F.E.A.R. 2, mas em dado momento a situação muda e a própria Monolith desenvolve o jogo e no processo desconsidera tudo que as expansões, e outras mídias parte da Vivendi Timeline, estabeleceram. Eu acho isso muito triste, pois eu noto que algo interessante estava sendo construído e eu tenho certeza que seria mil vezes melhor que a bomba que foi F.E.A.R. 2. 

Ou a monolith ficou com inveja da TimeGate ter feito um jogo melhor.

Enfim querides, esperam que possam ter compreendido melhor o quão incrível é essa expansão, eu fico pasma como as pessoas falam tão pouco dela, mas pesquisando encontro uma comunidade de F.E.A.R. que consegue reconhecer o quão incrível ela é e muitas pessoas até consideram Extraction Point como o TRUE ENDING da franquia. Honestamente eu não julgo considerando o quão ruim F.E.A.R. 2 é, mas eu gosto do 3 até.

É isso, beijos!!     

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